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Orientação Vocacional

  • O que é? Orientação Vocacional/Profissional Ceppe tem por objetivo atender às necessidades de orientação quanto à escolha profissional, reduzindo a ansiedade característica desse período e dar ao jovem/profissional a possibilidade de uma compreensão mais responsável sobre o seu próprio existir. É um processo organizado com começo, meio e fim, que tem como objetivo auxiliar o jovem no momento da escolha profissional. São considerados alguns fatores como:
    - o modo de ser de cada pessoa, a fim de se identificar algumas características importantes que irão ajudá-lo a chegar a uma escolha possível. Interesses, habilidades, experiências marcantes, valores, pontos discutidos na primeira fase do trabalho.
    - é necessário falar sobre o mercado de trabalho, sobre as profissões, a vida universitária, com a participação ativa do jovem na busca de informações através de visitas a universidades e locais de trabalho, entrevistas com estudantes e profissionais das áreas de interesse, visando a construção de uma escolha consciente.
    - trabalhar a responsabilidade que deve se fazer presente no momento da escolha, ou seja, é um momento em que cada um deve assumir de forma consciente a construção de um projeto de vida próprio. O que está em foco não é necessariamente uma escolha para o resto da vida, mas a possibilidade de realizar escolhas conscientes, que sejam coerentes com um modo de ser particular, visando a realização pessoal e profissional.
  • Por que fazer? - Escolher um caminho profissional requer mobilização, concentração e vontade de lutar para vencer as dificuldades que possam surgir durante a jornada.
    - O jovem se vê diante de uma multiplicidade de profissões, áreas de estudo, cursos, chegando a ficar, muitas vezes, confuso diante de tal complexidade. Inicialmente, ele se guiará a partir do mapa representacional construído por si próprio com base na sua posição sociocultural e econômica (Silva, 1999b). Na maioria dos casos, quando os jovens são chamados a refletir sobre as dificuldades e possibilidades do mercado de trabalho e de se escolher uma profissão, usam meios não muito seguros, recorrendo a mitos e ideologias que sem dúvida, os tranquilizam e diminuem as suas ansiedades, mas não são verdadeiras saídas (Junqueira, 1999). Uma das razões que tornam, ainda, mais difícil a transição do jovem para a fase adulta é o fato de se esperar que ele assuma novos papéis quando atinge um certo grau de instrução (Hurlock, 1979).
    - Na sociedade globalizada, onde transformações se operacionalizam cada vez mais rápido, os jovens sentem-se pressionados, seja pela própria complexidade do mercado de trabalho, seja pelo avanço da tecnologia que indica novos rumos e caminhos a serem seguidos. Deve-se, também, levar em consideração que os jovens passam por um período conturbado em relação a aspectos maturacionais e de ordem psicológica, em que dúvidas emergem provocando confusões e conflitos. O orientador vocacional deve considerar a adolescência como uma fase típica em que ocorrem grandes crises e transformações, uma síndrome normal (Müller, 1988).
    - As marcas das identificações e a vontade de corresponder às expectativas das pessoas significativas em sua vida são questões que o jovem tenta atender (Ramos, 2000). Este se vê frente ao mercado de trabalho e de um grande campo de possibilidades, passando, assim, por um período de ruptura e tendo que se posicionar na sociedade (Silva, 1996). O processo de Orientação Vocacional (OV) surge, por sua vez, como um meio facilitador, ajudando o jovem a se conhecer melhor, dando, consequentemente, subsídios para que ele faça a escolha mais adequada (Pimenta, 1981).
    - Resumindo, os motivos pelos quais entendemos ser importante a realização de uma orientação vocacional, se deve por este processo dar ferramentas para que o jovem se conheça, compreenda o mercado, o contexto sócio econômico-educacional onde está inserido e com responsabilidade faça uma escolha consciente.
  • Como fazer? - O trabalho todo é realizado de forma dinâmica, utilizando recursos psicodramáticos, levando em consideração o alinhamento das potencialidades já desenvolvidas pelo jovem, com sua capacidade de assimilar novos conhecimentos e a aceitar novos desafios.
    - As atividades buscam criar situações nas quais o jovem é levado a experimentar diferentes papéis e a refletir sobre eles, proporcionando sua aproximação com o mundo das profissões, dos cursos e do mercado de trabalho.
    - O trabalho é realizado em encontros grupais.
  • Quem faz? Jovens (de 14 a 24 anos) que estão no momento da escolha profissional ou adultos que querem redefinir suas escolhas. Subdivididos em:

    - Grupos de 14 a 18 anos
    - Grupos de 19 a 24 anos
  • Onde fazer? Os encontros e testes acontecerão no CEPPE (Centro Paulista de Psicologia e Educação).
  • Papel dos Pais ou Responsáveis - Incentivar o jovem a realizar seus sonhos por meio de uma boa formação escolar, do esforço contínuo e do empenho objetivo em viver a própria vida.
    - Acompanhá-lo e dar-lhe suporte na orientação vocacional/profissional

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